Conheça Amandine Riou, a nova instrutora de francês do programa Aulas ao Vivo

Faz poucos meses que a francesa Amandine Riou se integrou à equipe do CFOL, a escola virtual de francês do Grupo IFESP, mas sua contribuição é profícua e tende a dar ainda muitos frutos. Intercambista na PUC-SP, a jovem instrutora de francês é originária de Lons-le-Saunier, na região do Jura, mas estuda na famosa Sciences Po de Paris. Ela assumiu recentemente a maioria dos cursos diários de conversação do programa Aulas ao Vivo, reformulado de ponta a ponta — e considerado um dos grandes trunfos atuais da plataforma Curso de Francês Online. Na entrevista abaixo, Amandine fala sobre seus estudos, sua atuação no IFESP e seus projetos futuros.

Que estudos você desenvolve atualmente na cooperação entre a Science Po e a PUC-SP?

Amandine Riou – Estou no terceiro ano da licence [graduação] na unidade de Paris da Science PO, onde escolhi uma especialidade em Direito. Na PUC, onde realizo atualmente meu segundo semestre de intercâmbio, estudo Relações Internacionais. Assim que eu retornar à França, tenho de apresentar o resultado de minha experiência e dos meus estudos no Brasil. Na sequência, pretendo cursar um master em Desenvolvimento Internacional.

Com que valores do IFESP você se identifica?

AR – Eu me identifico muito com o jeito de fazer do instituto. Todo mundo fala, todo mundo pergunta tua opinião, quer saber se você concorda e se tem interesse pelas funções que desempenha. É uma equipe pequena, então o ambiente é de trabalho muito agradável, quase familiar: todo mundo se conhece, a gente se apresenta sempre aos novatos. Conheci o IFESP pela internet, pois queria adicionar ao meu currículo uma experiência profissional num país estrangeiro. Pesquisei por cursos de francês e vi um anúncio do IFESP; gostei da proposta e enviei minha candidatura. Gostei também do fato que o IFESP é muito aberto às novas tecnologias e à inovação.

Quais são suas atribuições dentro da equipe pedagógica do CFOL?

AR – Minha missão, dentre outras, é refazer o conteúdo dos cursos ministrados no programa Aulas ao Vivo, que tem o propósito de fazer os brasileiros falarem em francês. A prática é muito importante e, por isso, reformulamos todo o material, com o objetivo de fazê-los falar ao máximo. O princípio agora é que eles sejam mais ativos durante o curso, com perguntas desde o início. Há menos parte expositiva e mais conversação. Devido à saída de um instrutor, eu assumi grande parte da condução desses bate-papos, o que tem sido uma grande experiência profissional.

Você também cuida da elaboração de um novo curso preparatório para o exame do Instituto Rio Branco, certo?

AR – Sim, essa é uma nova missão que recebi. Vou elaborar o conteúdo do curso com base naquilo que é exigido na prova de francês da carreira da diplomacia, para o ingresso no Itamaraty. O curso transitará por disciplinas como Relações Internacionais e Direito, sobretudo, para que os concurseiros possam adquirir um vocabulário sólido na área. Essas aulas serão, portanto, mais profissionalizantes, mais específicas.

Quais são teus gostos e paixões?

AR – Gosto bastante de atividades físicas e de esportes, e já pratiquei muitas modalidades na minha vida: dança moderna, salsa cubana, esgrima, rugby… Atualmente, faço muay-thai. Também gosto muito de ouvir música. Sou muito curiosa no geral, gosto de assistir muitos filmes e séries, ler artigos e notícias de jornais, saber o que está acontecendo no mundo.

E quais são teus projetos futuros?

AR – Sonho integrar a Organização das Nações Unidas na área de Direitos Humanos. Gostaria de participar de missões da ONU, viajar, ver o mundo, ajudar pessoas e conhecer outras culturas.

Como você enxerga o ensino online de francês do CFOL daqui a 5 anos?

AR – Acho que o EAD ainda vai melhorar muito em sua qualidade tecnológica, que os alunos vão poder experimentar aulas cada vez mais imersivas, até mesmo por causa do progresso da realidade virtual. Assim, será possível que os alunos do CFOL façam, por exemplo, um passeio virtual pelas ruas de cidades como Lyon ou Paris, interagindo com transeuntes e comerciantes. Um método, sem dúvida, muito eficaz, dinâmico e lúdico de aprender o francês. Esse é o objetivo daqui a alguns anos: chegarmos nesse nível de realidade de experimentação da cultura francesa. Estamos fazendo o máximo desde já, investindo muito em inovação.
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