“O IFESP foi a chave do sucesso para meu ingresso na universidade francesa” — Entrevista com o ex-aluno Caio Abibe

“O IFESP foi a chave do sucesso para meu ingresso na universidade francesa” — Entrevista com o ex-aluno Caio Abibe   Você foi aluno do IFESP na época da criação do instituto, certo? Caio Abibe — Sim, eu fui um dos primeiros alunos do IFESP, bem lá no início: em 2005, há 14 anos. Naquela época, eu era aluno de Relações Internacionais na PUC-SP e queria me preparar para o programa de duplo-diploma da Sciences Po Paris. Fui apresentado à Alexandrine Brami [cofundadora e CEO do IFESP], que disse que poderia me auxiliar na preparação para a candidatura ao programa. Ela tinha chegado ao Brasil há pouco tempo, fui um de seus primeiros alunos. O IFESP ainda nem tinha escritório.   O estudo de francês abriu portas para você profissionalmente? Caio Abibe — Abriu, e eu sou muito agradecido ao IFESP. Até hoje sou amigo da Alexandrine. De 2006 para cá, terminei o curso na Sciences Po e fiz uma especialização em Finanças e Estratégia. Trabalhei para empresas em vendas de fundos de investimento. Voltei ao Brasil, terminei a faculdade e fui contratado para a equipe de fusões e aquisições do banco francês BNP Paribas. E pelo banco já trabalhei na França e na Holanda.   Qual foi o diferencial do método do IFESP? Caio Abibe — Eu acho que ele foi crucial e indispensável para mim. Sem auxílio da Alexandrine e do IFESP eu não teria conseguido, não teria sido aceito na Sciences Po. Eu era um estudante muito bom: tirava notas boas, não tinha muitos problemas com o francês e nem com o histórico acadêmico, e tinha boa relação com a coordenação do curso de Relações Internacionais. Entretanto, o IFESP tinha a chave do sucesso, a chave para entrar na Sciences Po e completar o curso. A preparação do IFESP foi muito eficaz, me deu todas as astúcias e uma formação sólida.   Que horizontes a língua francesa abriu na sua vida profissional? Caio Abibe — Após eu ter feito os estudos em Paris, muitas portas se abriram para mim, inclusive eu próprio me abri para outras possibilidades. Mudei para o México e fiquei 6 anos por lá, dando consultoria em recuperação de empresas e, depois, trabalhando num banco. Tive muitas experiências profissionais incríveis e, agora, depois de 13 anos fora do Brasil, decidi voltar e fazer um curso de programação. Estou saindo do mercado financeiro e entrando para uma startup da área de tecnologia. Quero trabalhar em uma empresa que tenha valores com os quais eu me identifique, num universo menos formal.
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