Por que adotar a “dataficação” no setor de RH?

Seja para aperfeiçoar o recrutamento ou reduzir o turnover, o gerenciamento através do big data é a bola da vez no RH do século XXI.

A sociedade mudou profundamente nos últimos anos e o mundo profissional já não tem a mesma cara que possuía na geração anterior. O setor de Recursos Humanos vive hoje o desafio de saber se repaginar e acompanhar o ritmo das mudanças para não ficar defasado, utilizando ainda métodos obsoletos de recrutamento e de gestão. O RH do século XXI é o RH 3.0, aquele que abraçou o big data e estendeu o alcance de suas ferramentas a diferentes áreas de atuação gerencial.

A denominada “dataficação” do setor de RH permite o aperfeiçoamento do recrutamento, imprimindo mais qualidade à totalidade do processo de seleção e favorecendo o encontro de verdadeiros talentos. Uma empresa que possui um “backup” de profissionais com grande potencial dispõe, na verdade, de uma “carta na manga” que a deixa à frente da concorrência.

Outro benefício do big data é a redução do chamado turnover dentro da empresa, ou seja, a diminuição da rotatividade. Algumas empresas que não sabem controlar o índice de rotatividade de seus funcionários acabam perdendo em produção, devido ao tempo gasto na formação e preparação de novos funcionários. Além disso, a alta rotatividade prejudica a imagem da empresa, pois os clientes não tem um referencial claro de quem está por trás dos projetos em andamento e os serviços deixam de ter uma “cara” definida e constante.

A gestão previsora

Como vimos, a “dataficação” do RH é um baú infindo de benefícios para a empresa. Mas é necessário que o big data caminhe lado a lado de uma completa inserção no mundo digital. Para tanto, os funcionários da empresa devem estar preparados, sobretudo os profissionais do setor de RH.

As necessidades do RH 3.0 podem ser supridas pela adoção de uma política de Gestão Previsora do Emprego e das Competências, conhecida como GPEC. Essa gestão é o melhor caminho para evitar que os funcionários não se adaptem às exigências do mundo digital e se tornem trabalhadores desqualificados. Com a GPEC, os profissionais estarão em mutação permanente, em reciclagem constante.

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Alexandrine Brami

Alexandrine Brami

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