O Fator Chave para o Sucesso dos Treinamentos Corporativos, de acordo com Carlos Miguel Alves, Diretor Financeiro

21 de setembro de 2020
Por  IFESP

Carlos Miguel Alves, 48 anos, é engenheiro mecânico por formação e atua como diretor financeiro. Com uma experiência internacional relevante por ter estudado e morado no exterior, assim como sua bagagem trabalhando como executivo em grandes empresas que investiam em treinamentos corporativos em idiomas para seus colaboradores; ele revela o grande fator que fará o sucesso desses investimentos. 

Em sua trajetória, o aprendizado de idiomas foi fundamental em sua vida. “No início da carreira, falar línguas abre portas e oferece novas oportunidades. Com o avanço hierárquico, torna-se requisito indispensável”, afirma.

Ele acredita que cada novo idioma aprendido é uma janela para o mundo que permite a pessoa desfrutar de um convívio social mais abrangente pelo mundo, ter acesso a conteúdos para o aprimoramento profissional e pessoal; além de novas oportunidades que surgem para quem está preparado linguística e culturalmente.

 

Já no âmbito profissional, ele acredita que investir na capacitação em idiomas de colaboradores é essencial tanto para o desenvolvimento de pessoas bem como para o maior desempenho em suas áreas.

 

Com a diversificação dos negócios internacionalmente, o inglês, principalmente, assim como outros idiomas chave, como o espanhol, francês, e mandarim, por exemplo; se tornaram um ponto de virada para o crescimento das empresas. 

Em um mundo globalizado, o domínio de pelo menos um idioma estrangeiro, principalmente inglês, é fundamental. Em uma operação internacional, como é o caso de empresas que trabalham com importação e exportação, agronegócio, etc; ter Business English é apropriado”, diz. Ele também cita o potencial de turismo no brasil e a janela de oportunidades e crescimento econômico que o país teria com a capacitação em línguas estrangeiras dos brasileiros.

“Vejo um ROI (retorno sobre investimento) claro tanto em relação a fatores tangíveis— como aquisição de novos mercados, aumento da pool de habilidades, etc; como fatores intangíveis—  sendo a retenção, motivação, e o desenvolvimento de pessoas alguns exemplos”, afirma.

 

Proficiência em Idiomas e Avanço Profissional

 

O R.H. estratégico das empresas modernas já entende a relação direta entre o investimento em programas de benefícios e a produtividade dos colaboradores. No dia a dia da empresa, um time unido e em harmonia produz melhor e trabalha com mais eficiência. 

Além disso, os gestores de pessoas também entendem que políticas de benefícios são fundamentais para melhorar, além da retenção de talentos, o bem estar e felicidade dos funcionários. Assim, estes performam melhor, e como consequência, trazem melhores resultados para a empresa.

Em se falando sobre política de benefícios, um dos fatores que aumenta a retenção de talentos é um plano de carreira claro para os funcionários. Esse planejamento promove a motivação dos talentos, que conseguem ter uma visão de futuro sobre seu papel, e quais novas habilidades eles terão que desenvolver para continuar crescendo na empresa. 

Da mesma forma, Carlos Miguel também acredita no poder dos treinamentos corporativos, em especial em idiomas, como meio de motivação e retenção de talentos. No contexto de plano de carreira e crescimento dentro da empresa, ele afirma que “a falta de domínio de um idioma pode se tornar um obstáculo para o avanço da carreira dos profissionaisespecialmente para o nível gerencial”.

 

O cenário atual no mercado de learning e o setor de T&D nas empresas

 

No seu ponto de vista, o setor de Treinamento & Desenvolvimento das empresas já está ciente da importância do investimento em idiomas para seus colaboradores.

Porém, segundo ele, ainda existe um gap mercado: de um lado, o meio corporativo tem uma demanda urgente por profissionais bilíngues e até mesmo poliglotas; e de outro lado, o mercado oferece soluções em idiomas para capacitação desses profissionais.

Entretanto, o maior desafio está em manter os profissionais-estudantes engajados, motivados e disciplinados para conquistar o objetivo de não apenas aprender a teoria do idioma, mas ter proficiência nele para conquistar os objetivos e KPIs traçados no programa, e falar pela empresa em qualquer situação.

 

A prática faz o mestre

 

Carlos entende que houve um grande avanço em relação às ferramentas disponíveis hoje em dia, que oferecem diversas oportunidades para os estudantes adaptarem seu horário de estudos e a forma de aprendizado, se presencialmente ou a distância, por exemplo.

“Ainda assim, as pessoas querem uma solução mágica. Porém, aprender idiomas requer disciplina assim como qualquer outro objetivo.” Carlos compara o aprendizado de idiomas às horas de vôo que um piloto de avião tem que comprovar para ter um bom rankeamento. Diz, ainda, que o aprendizado de idiomas é similar a uma pessoa que deseja ficar em forma: “é necessário fazer sacrifícios, como uma dieta, por exemplo”.

Ele acredita que as empresas podem facilitar e oferecer uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional através dos programas de capacitação em idiomas. “Porém, a responsabilidade pelo seu desenvolvimento ainda está nas mãos de cada pessoa”, afirma Carlos Miguel falando sobre os colaboradores.

Por isso, o grande diferencial das soluções corporativas do IFESP está na metodologia ativa de ensino e nas dinâmicas de aprendizagem que colocam o aluno na direção de sua jornada de aprendizagem. 

Além disso, as metodologias utilizadas, como edutainment e gamificação, servem para manter o aluno motivado e engajado ao longo dos seus estudos; promovendo um engajamento de equipes e uma competição saudável entre os colaboradores, diminuindo o churn e otimizando a performance do estudante no curso, e consequentemente no trabalho. 

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