Quando Investir em Programas de Capacitação, de acordo com Paulo Cury, Executivo em Empresa Internacional.

15 de setembro de 2020
Por  IFESP

Paulo Cury, 45 anos, brasileiro, residente nos EUA, onde atua como executivo na área de vendas. Poliglota, além do português, fala inglês fluente e tem conhecimento avançado de espanhol e alemão. Ele acredita que aprender novos idiomas é fundamental para expandirmos nossos horizontes — seja do ponto de vista pessoal, cultural ou profissional.

Na Era Digital atual, as possibilidades de conexão com pessoas de qualquer parte do mundo são inúmeras. “Logo, saber se expressar em outros idiomas — principalmente o inglês, tornou-se um grande facilitador para ampliarmos a nossa rede de contatos” afirma. 

Na sua trajetória, teve a oportunidade de fazer um intercâmbio nos Estados Unidos na adolescência. Já na faculdade, decidiu aprender um terceiro idioma para ter maior vantagem competitiva no mercado de trabalho e, assim, conseguiu um estágio na Alemanha. Mais adiante, ganhou uma bolsa de estudos do Programa Chevening para fazer seu mestrado na Inglaterra.

 

Vale a pena investir em capacitação em períodos de recessão econômica?

 

Paulo acredita que “capacitação e educação devem ser um processo contínuo ao longo de nossas vidas.” Especialmente depois dos acontecimentos de 2020, existem maiores oportunidades para profissionais que falam mais de um idioma, visto que as empresas estão mais adeptas ao trabalho remoto, inclusive de outras partes do mundo.

 Sobre o momento econômico mundial atual, Paulo explica o porquê de investir na capacitação em idiomas mesmo em tempos de crise: “Após a pandemia, o mundo deve passar por um período de recuperação ou crescimento acelerado das economias, logo as empresas que estiverem melhor preparadas através de seus funcionários poderão aproveitar melhor as oportunidades que irão surgir.”

 

Por que investir na capacitação de colaboradores em idiomas?

 

“Entendo que somos os principais responsáveis pela nossa carreira e consequentemente por adquirir novos conhecimentos. Entretanto, as empresas exercem um papel complementar no desenvolvimento de seus colaboradores”, diz. 

Segundo Paulo, a capacitação em idiomas pode ser vista também como um benefício. “O uso de idiomas vai muito além das reuniões e ferramentas de trabalho. Seja para assistir um filme, ler um livro ou em viagens de férias com a família ajuda muito saber falar outro idioma e torna o entendimento cultural bem mais efetivo”, explica.

Por fim, ele também entende que os colaboradores das organizações que estão investindo em idiomas ficarão mais motivados e comprometidos com a empresa que investem neles.

 

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Compartilhamos a visão de Paulo Cury ao entender que investir no treinamento corporativo em idiomas é, mas vai muito além de um programa de T&D (treinamento e desenvolvimento). Capacitar os talentos da empresa em línguas estrangeiras é um benefício perene que não apenas fortalece a cultura organizacional, melhora o engajamento e aumenta a motivação e performance dos colaboradores; mas expande a visão de mundo e acervo cultural, melhorando a qualidade de vida do colaborador.

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