Foco na experiência dos alunos é pilar do novo ecossistema IFESP

O IFESP e sua escola virtual CFOL – Curso de Francês Online caminham a passos largos para se tornarem um ecossistema “global learning”, uma referência absoluta em ensino de francês online. Umas das iniciativas mais recentes é o aprimoramento da comunicação direta com os alunos do instituto, tendo em vista a construção da nova proposta educacional em conjunto com toda a comunidade ifespiana.

O principal canal utilizado, devido à praticidade que proporciona aos alunos, é um grupo fechado de whatsapp. O espaço é marcado pelo dinamismo das sugestões que ali surgem a cada dia, respondidas pela equipe de tutores sob a coordenação do diretor pedagógico Pierre Lagrave.

“Todas as opiniões são debatidas e estudadas, balizando as ações das nossas equipes”, afirma Pierre. “Estamos 100% focados na experiência dos alunos, queremos conhecer a fundo suas considerações sobre nossos cursos, suas angústias, suas ideias”, completa.

Inspiração e conexão

O esforço não é, no entanto, uma novidade no IFESP. Em seus 15 anos de estrada, o instituto sempre se apoiou no feedback dos alunos para estruturar os cursos e desenvolver a metodologia própria que criou. Até mesmo um comitê oficial de alunos críticos foi criado para tal fim.

“O aluno é o protagonista da estratégia que definimos juntos desde o início e que são, na sequência, aplicadas pela equipe com o uso das ferramentas mais adequadas”, destaca Pierre. Fontes de inspiração, como ela os considera, os alunos “querem nos ajudar a crescer, mas também querem se conectar entre si e aproveitar as oportunidades que esse encontro permite”.

Fidelização

Um dos alunos que destacou a importância do networking que o grupo possibilita é Lucas Batista, estudante de Relações Internacionais na PUC-SP. “O senso de comunidade fideliza, ajuda os profissionais e nos motiva a estudarmos juntos”, considera. Membro ativo do grupo, ele sugeriu, por exemplo, melhorias na navegabilidade do aplicativo CFOL.

    Outro aluno, Kaíque, deu ideias sobre o quesito aquisição e memorização de vocabulário, através do uso de ferramentas de SRS (spaced repetition software).

“O curso tem muito conteúdo, mas, sem um direcionamento para contextualizar melhor as palavras aprendidas, ele acaba não sendo utilizado por completo”, disse. Futuro poliglota, Kaíque contribui com sua experiência de estudante dos idiomas inglês, espanhol, italiano, latim e grego antigo, além do francês.

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Pierre Lagrave

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