Líder em francês online, IFESP ingressa no ramo das universidades corporativas

30 de outubro de 2019
Por  Alexandrine Brami

Instituto aposta na crescente preocupação das empresas em capacitar colaboradores e disponibiliza sua plataforma digital como “marca branca”, com customização total

 

Atento às novas tendências e necessidades do mundo empresarial, o IFESP investe em diferentes projetos para expandir suas parcerias comerciais e se prepara para adentrar de vez o nicho das universidades corporativas. A grande novidade é a possibilidade de adquirir todo o conteúdo do curso de francês 100% online através do sistema de “marca branca”, em que empresas de grande porte, mas sem estrutura de ensino digital, obtêm uma versão customizada da plataforma CFOL.

De acordo com a diretora Alexandrine Brami, a iniciativa alia o espírito de empreendedorismo do instituto à qualidade dos cursos que oferece. “Nossa tradição e know-how estarão a serviço das empresas parceiras, pois a customização será total: conteúdo, layout e configurações serão adaptados em função do perfil da instituição”, explica. Novos conteúdos também serão formulados para atender a cada caso.

O anúncio do IFESP acontece em meio ao movimento de expansão das universidades corporativas e é fruto de uma vasta pesquisa junto a empresas que têm maior inclinação ao digital learning. “O interesse em capacitar colaboradores é comum às empresas, já que esse tipo de investimento se traduz em resultados. Por isso, queremos propor o ensino de francês ao maior número possível de instituições”, afirma Alexandrine.

Além do potencial do ramo de universidades corporativas, o aprendizado do novo idioma, de maneira mais específica, seria algo novo na formação dos funcionários, capaz de motivá-los.

 

Quebrar resistências

 

            Uma das dificuldades consideradas pelo IFESP é a resistência de alguns colaboradores em relação ao ensino virtual. Quando não há uma política solidificada na empresa ou quando os estudos não são propostos como uma meta a ser cumprida pelos funcionários, a adesão e o engajamento podem ficar comprometidos.

            “Muitas vezes, a resistência decorre da falta de conhecimento ou da ideia de que o ensino digital não conta com a mesma qualidade do presencial”, explica Alexandrine. “Mas estamos preparados para mostrar às empresas e às suas equipes que nosso método visa à excelência e que o investimento em inovação digital é o caminho para o futuro”, completa.

Newsletter

Inscreva-se para receber conteúdos exclusivos.